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Curiosa. Interessada por tudo, com tudo e em tudo. Determinada a compartilhar informações sobre o que acontece aqui, ali e lá, de forma simples e clara, de interesse geral, que possa ajudar nosso dia dia, utilizando bem pouco tempo.

domingo, 17 de julho de 2011

O poder da opinião pública

Em sua obra Teoria dos Sentimentos Morais, de 1759, o britânico Adam Smith, pai da moderna ciência econômica, alinhavou os contornos de um poder emanado do povo, batizado quase dois séculos antes pelo pensador humanista francês Montaigne de “opinião pública”.
Esta semana, três episódios mostram como a opinião pública, ou o medo dela, vem se tornando um fator determinante na contenção dos impulsos de governantes e grupos econômicos de poder.
A precipitação do BNDS de colocar bilhões de reais do contribuinte em um negócio privado, foi revertido em poucos dias de repercussão extremamente negativa. Assim foi pelo ralo a fusão do Grupo Pão de Açúcar com o Carrefour.
A presidente Dilma Roussef, manteve a demissão de Luiz Antonio Pagot, diretor do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes, um foco de corrupção. Pensou-se em poupar Pagot, mas pegaria muito mal junto à, de novo: opinião pública.
A nível internacional, o australiano Rupert Murdoch, magnata multinacional da imprensa, desistiu da compra do controle da maior operadora de televisão por satélite da Inglaterra, depois que um dos seus jornais sensacionalistas foi flagrado em crimes de espionagem e compra de informações. Diante da indignação geral fechou o jornal e engoliu as ambições televisivas.
A imprensa tradicional, que apura os fatos, esmiúça a realidade, fiscaliza o poder, encontrou na internet uma caixa de ressonância que deu a opinião pública dos países democráticos e as vezes, aos não democráticos também, a oportunidade de manifestar-se permanentemente.
Assim, governos em diversos níveis, realizam pesquisas quase que diárias para avaliar o impacto das decisões tomadas ou tentar antecipar como repercutirão, e já não é raro que mudem de direção aos sinais de desagrado da opinião pública.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Noticias recentes

Há poucos dias iniciei um blog. Meu interesse: compartilhar informações boas, de modo simples e de interesse comum.
Confesso que estou preocupada. Nos últimos dias tivemos:
acidentes brutais, trágicos e fatais, repetidos em todas as mídias até a exaustão. Fatalidades são muito apreciadas. Porque? Até a loira do
papagaio tem agora seus momentos “fatídicos”.
Corrupção. A bola da vez é o dono dela Ricardo Teixeira. Alguém dúvida? O Ministério dos Transportes não quis ficar “de fora”. Apeado do cargo o ministro tentou explicar o que não tem explicação.
Caixas eletrônicos, uma explosão a cada esquina.
Babás agressoras. Policiais do lado escuro da força. Um campeonato sulamericano de futebol, onde os dois da lagoa mais o do penteado exótico não estão correspondendo às expectativas. E agora? Uma mega fusão comercial que não vingou e, onde seu Abílio não ia entrar com nenhum centavo. Hoje um acidente aéreo em Recife, outra fatalidade para ser vista e revista. Todo respeito aos envolvidos em todos os fatos tristes, me refiro somente a divulgação. Mas...amanhã será um novo dia.....

terça-feira, 5 de julho de 2011

Exame da OAB

A aprovação no exame da OAB apresenta o pior indice de aprovação da
história. Em dezembro de 2010, nove em cada dez candidatos foram reprovados.
Para aprovação o candidato deve acertar cinquenta por cento das questões.
Conforme um professor de cursinho preparatório a mais de vinte anos, a
prova tem um nível elevado, correspondente a mesma para juízes e
promotores. O presidente da OAB, confirma e diz que a entidade exige colocar mercado, profissionais realmente capacitados.

E a Grécia como vai?

Pior impossível. O pacote de austeridade e cortes propostos pelo governo, foi um presente de grego a população.
O aumento da carga fiscal, significa que os gregos pagarão um mês a mais de seu salário em impostos. Cento e cinqüenta mil trabalhadores públicos serão demitidos. Os benefícios da previdência reduzidos. As aposentadorias terão um novo patamar de idade mínima. Os salários serão reduzidos em média quinze por cento. A maioria das estatais será vendida. Isso deverá durar anos, até 2015, conforme estimativas mais conservadoras. Esse desfecho ocorre devido a décadas de indisciplina fiscal e a ausência de uma política sustentável de desenvolvimento industrial que minaram a economia interna.
O mundo acompanha com temor o desdobramento da crise. O plano de injeção de 120 bilhões de euros pela banca internacional, é uma medida de desespero para evitar o pior. Faz pouco tempo um programa de 110 bilhões foi desenhado e não deu certo. Amedrontados com um calote da dívida passada, a Comunidade Européia articula o novo pacote de ajuda. Mas segundo a opinião geral é que a moratória (prorrogação concedida pelo credor), virá de uma forma ou de outra. Pode ser uma renegociação, como o Brasil, ou na ruptura pura e simples, como a Argentina. Nesse caso será um segundo cavalo de Tróia atacando a zona do euro e o restante da economia globalizada. Este evento, de um país que gastou mais do que podia, muda o eixo da economia global. Países como Brasil, China e Índia – a trinca de ouro dos emergentes – podem até sair ganhando com a migração de investimentos do Velho Continente, para praças mais seguras, que vem apresentando números brilhantes de crescimento.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Novas Tarifas de Pedágio

Desde o dia primeiro de julho, o valor dos pedágios subiu em todo estado de São Paulo segundo as regras previstas nos contratos de concessão. Os preços passam a ser: Rodoanel 18,20; Carvalho Pinto 4,30; Ayrton Senna 5,00; Dom Pedro 18,00; Raposo Tavares 51,70; Anchieta 20,10; Imigrantes 28,90; Anhanguera 63,30; Bandeirantes 31,80 e Castelo Branco 55,00. Não esqueça!